﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><feed xml:lang="pt-PT" xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom"><title type="text">Imoases Rede Imobiliária</title><subtitle type="text">Imoases Rede Imobiliária</subtitle><id>uuid:ae64f7d1-d304-4d5a-9ba7-04d468d95197;id=23</id><rights type="text">Copyright (C) 2026 Imoases Rede Imobiliária</rights><updated>2026-04-09T11:04:35Z</updated><author><name>Imoases Rede Imobiliária</name><uri>http://imoases.pt</uri><email>geral@imoases.pt</email></author><link rel="alternate" href="http://imoases.pt/feed/noticias.xml" /><entry xml:base="http://imoases.pt/pt/noticias/show/despesas-com-imoveis-o-que-se-pode-deduzir-no-irs_12/"><id>http://imoases.pt/pt/noticias/show/despesas-com-imoveis-o-que-se-pode-deduzir-no-irs_12/</id><title type="text">Despesas com imóveis: o que se pode deduzir no IRS</title><summary type="text">A entrega da&amp;nbsp;declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de IRS,&amp;nbsp;referente aos rendimentos obtidos durante o ano de 2022, j&amp;aacute; arrancou e prolonga-se at&amp;eacute; ao pr&amp;oacute;ximo dia 30 de junho. Algumas despesas que tiveste no ano anterior podem ser deduzidas no IRS, nomeadamente os encargos com im&amp;oacute;veis. Explicamos tudo.

Diz o&amp;nbsp;C&amp;oacute;digo do IRS&amp;nbsp;(artigo 78.&amp;ordm; - E) que, relativamente aos&amp;nbsp;encargos com im&amp;oacute;veis, &amp;quot;&amp;agrave; coleta do IRS devido pelos sujeitos passivos &amp;eacute; dedut&amp;iacute;vel um montante correspondente a 15 % do valor suportado por qualquer membro do agregado familiar.&amp;quot;

&amp;nbsp;Juros de empr&amp;eacute;stimos habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o contratados at&amp;eacute; 2011

Podes realizar&amp;nbsp;dedu&amp;ccedil;&amp;otilde;es no IRS&amp;nbsp;de despesas de&amp;nbsp;juros de empr&amp;eacute;stimos&amp;nbsp;desde que tenham sido contratados at&amp;eacute; ao final de 2011 e para&amp;nbsp;compra de casa para habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria e permanente&amp;nbsp;ou arrendamento permanente. Estas&amp;nbsp;despesas s&amp;atilde;o dedut&amp;iacute;veis no IRS, em 15%, at&amp;eacute; o limite de 296 euros, por agregado familiar. No entanto, os agregados familiares com rendimento colet&amp;aacute;vel at&amp;eacute; 30 000 euros beneficiam de um limite mais elevado. No m&amp;aacute;ximo, pode atingir os 450 euros.

Rendas de im&amp;oacute;veis

Se est&amp;aacute;s a viver numa casa arrendada, podes ter uma&amp;nbsp;dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de at&amp;eacute; 15%&amp;nbsp;dos teus gastos com um limite de at&amp;eacute; 502 euros. Fam&amp;iacute;lias com rendimento colet&amp;aacute;vel at&amp;eacute; 30.000 euros&amp;nbsp;podem beneficiar de uma dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o maior, sendo que, neste quadro, o limite vai at&amp;eacute; 800 euros.

Al&amp;eacute;m disso, desde 2019 os contribuintes que se tenham mudado para uma&amp;nbsp;habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanente&amp;nbsp;no interior do pa&amp;iacute;s podem usufruir de um aumento das dedu&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Durante tr&amp;ecirc;s anos, as dedu&amp;ccedil;&amp;otilde;es do IRS podem ir at&amp;eacute; 1.000 euros, nesta circunst&amp;acirc;ncia.

Despesas com reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de im&amp;oacute;veis

Em caso de teres feito uma&amp;nbsp;reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de im&amp;oacute;vel&amp;nbsp;tamb&amp;eacute;m poder&amp;aacute;s deduzir as despesas afetas &amp;agrave; mesma, sendo que podes ter uma dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 30% com o limite de 500 euros.

Est&amp;atilde;o inclu&amp;iacute;dos os encargos relativos:


	Im&amp;oacute;veis localizados em&amp;nbsp;&amp;aacute;reas de reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o urbana&amp;nbsp;e recuperados seguindo os termos das respetivas&amp;nbsp;estrat&amp;eacute;gias de reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o.
	Im&amp;oacute;veis arrendados&amp;nbsp;pass&amp;iacute;veis de atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o faseada de rendas nos termos definidos no&amp;nbsp;Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU)&amp;nbsp;que sejam objeto de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o.


Senhorios: despesas a deduzir

Os&amp;nbsp;senhorios&amp;nbsp;tamb&amp;eacute;m podem ter&amp;nbsp;despesas a deduzir no IRS,&amp;nbsp;mas t&amp;ecirc;m de as comprovar, nomeadamente:


	Despesas com o condom&amp;iacute;nio;
	Taxas Municipais;
	Imposto Municipal Sobre Im&amp;oacute;veis (IMI);
	Obras de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pinturas;
	Entre outros.


Podem estar compreendidos ainda na&amp;nbsp;dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;os&amp;nbsp;gastos de obras de conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;e manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dois anos anteriores ao in&amp;iacute;cio do arrendamento. Isto com&amp;nbsp;a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o im&amp;oacute;vel n&amp;atilde;o tenha sido utilizado com outra finalidade que n&amp;atilde;o o arrendamento, como est&amp;aacute; descrito no&amp;nbsp;artigo 41&amp;ordm; do CIRS.

Despesas de rendas de estudantes deslocados

&amp;nbsp;Rendas de casa de estudantes deslocados&amp;nbsp;s&amp;atilde;o abrangidas nas&amp;nbsp;despesas de&amp;nbsp;educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Para deduzir esta despesa, os estudantes devem ter at&amp;eacute; 25 anos e o estabelecimento de ensino onde estudam tem de se situar a mais de 50 quil&amp;oacute;metros de dist&amp;acirc;ncia da&amp;nbsp;habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanente do agregado familiar.

Se tens alguma destas&amp;nbsp;despesas com im&amp;oacute;veis&amp;nbsp;(rendas de casa, cr&amp;eacute;dito&amp;nbsp;habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou despesas de reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es descritas), preenche o&amp;nbsp;Quadro 7&amp;nbsp;do&amp;nbsp;Anexo H&amp;nbsp;na tua declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de IRS.


https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2023/04/11/57450-despesas-com-imoveis-o-que-se-pode-deduzir-no-irs?fbclid=IwAR1Pj8cyFwgB8aGsq_W3v8CVjsmK6OgBeZNIiIXd9f497WbPi_COowMx7D4</summary><published>2023-04-18T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T11:04:35Z</updated><link rel="alternate" href="http://imoases.pt/pt/noticias/show/despesas-com-imoveis-o-que-se-pode-deduzir-no-irs_12/" /></entry><entry xml:base="http://imoases.pt/pt/noticias/show/investir-em-casas-para-arrendar-portugal-destaca-se-pelo-interesse_11/"><id>http://imoases.pt/pt/noticias/show/investir-em-casas-para-arrendar-portugal-destaca-se-pelo-interesse_11/</id><title type="text">Investir em casas para arrendar? Portugal destaca-se pelo interesse</title><summary type="text">A&amp;nbsp;instabilidade econ&amp;oacute;mica e financeira&amp;nbsp;continua a assombrar os mercados. Os juros no cr&amp;eacute;dito habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e financiamento &amp;agrave;s empresas est&amp;atilde;o a subir, mas os&amp;nbsp;dep&amp;oacute;sitos a prazo&amp;nbsp;continuam a apresentar baixas rentabilidades. &amp;Eacute; neste contexto que quem tem poupan&amp;ccedil;as deve pensar muito bem onde investir para n&amp;atilde;o perder dinheiro com a alta&amp;nbsp;infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o,&amp;nbsp;que ainda se faz sentir.

Aqui, o imobili&amp;aacute;rio surge como um ref&amp;uacute;gio, dada a sua resili&amp;ecirc;ncia a situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de crise, segundo dizem os especialistas. E&amp;nbsp;comprar casa&amp;nbsp;para, depois, coloc&amp;aacute;-la a arrendar continua a ser uma alternativa de investimento fortemente enraizada no sul da Europa. Ali&amp;aacute;s, um estudo recente mostra que Portugal, Espanha e It&amp;aacute;lia s&amp;atilde;o os pa&amp;iacute;ses onde h&amp;aacute; mais pessoas a mostrar interesse por&amp;nbsp;rentabilizar&amp;nbsp;as poupan&amp;ccedil;as&amp;nbsp;dessa forma.

Nas tr&amp;ecirc;s economias do sul do Velho Continente, pelo menos, dois em cada tr&amp;ecirc;s indiv&amp;iacute;duos est&amp;atilde;o interessados &amp;#8203;&amp;#8203;em&amp;nbsp;comprar casas&amp;nbsp;para, depois, destinar os im&amp;oacute;veis ao&amp;nbsp;mercado de arrendamento,&amp;nbsp;revela a plataforma francesa&amp;nbsp;Mateos&amp;nbsp;especializada em investimento imobili&amp;aacute;rio para arrendar. Os dados mostram, portanto, que a atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das fam&amp;iacute;lias que vivem em Portugal, Espanha e It&amp;aacute;lia em&amp;nbsp;comprar casas para arrendar&amp;nbsp;supera &amp;ndash; e muito &amp;ndash; o interesse despertado por investir neste neg&amp;oacute;cio noutros pa&amp;iacute;ses da Europa Central.


&amp;quot;Comprar casa para arrendar contribui para resolver, em parte, o grave problema de oferta de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o para arrendamento&amp;quot;, Beatriz Toribio, vice-diretora da Masteos em Espanha


Com base num inqu&amp;eacute;rito a mais de 8.100 cidad&amp;atilde;os europeus, o estudo coloca Espanha como o &amp;uacute;nico pa&amp;iacute;s analisado onde mais de sete em cada 10 indiv&amp;iacute;duos manifestam interesse em&amp;nbsp;investir em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o para arrendar&amp;nbsp;(72%). Logo a seguir aparece&amp;nbsp;Portugal,&amp;nbsp;onde quase 7 em cada 10 cidad&amp;atilde;os s&amp;atilde;o atra&amp;iacute;dos por&amp;nbsp;investir em casas para arrendar&amp;nbsp;(67%). Em terceiro lugar est&amp;aacute; It&amp;aacute;lia, onde 64% dos particulares est&amp;atilde;o interessados em fazer este tipo de neg&amp;oacute;cio. &amp;nbsp;

Mais de metade dos inquiridos no Reino Unido, Fran&amp;ccedil;a e na B&amp;eacute;lgica tamb&amp;eacute;m afirma ter interesse em&amp;nbsp;investir em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;numa &amp;oacute;tica de rentabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

J&amp;aacute; os pa&amp;iacute;ses que despertam menos interesse em&amp;nbsp;investir em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o para arrendar&amp;nbsp;s&amp;atilde;o os Pa&amp;iacute;ses Baixos (34%), seguido da Alemanha (41%), mostra o mesmo estudo.

H&amp;aacute; uma explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o simples para estes n&amp;uacute;meros: na verdade as fam&amp;iacute;lias do sul da Europa preferem&amp;nbsp;investir em imobili&amp;aacute;rio&amp;nbsp;do que em outras alternativas financeiras, como dep&amp;oacute;sitos a prazo, compra de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou investir em criptomoedas. Em Espanha e em Portugal, o&amp;nbsp;investimento imobili&amp;aacute;rio&amp;nbsp;&amp;eacute; mesmo a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o preferida dos particulares. J&amp;aacute; os ingleses e holandeses preferem apostar em&amp;nbsp;contas poupan&amp;ccedil;a.

Atualmente, a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o continua a ser uma alternativa de&amp;nbsp;investimento rent&amp;aacute;vel&amp;nbsp;no longo prazo e que apresenta baixos riscos (face a outros produtos financeiros). &amp;Eacute; por isso mesmo que o&amp;nbsp;mercado residencial&amp;nbsp;(tal como o imobili&amp;aacute;rio como um todo) continua a despertar interesse, num momento em que a alta infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; a esmagar as poupan&amp;ccedil;as das fam&amp;iacute;lias; os&amp;nbsp;dep&amp;oacute;sitos&amp;nbsp;continuam a oferecer rentabilidades baixas; e a volatilidade nos&amp;nbsp;mercados de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp;instalou-se nas &amp;uacute;ltimas semanas, devido &amp;agrave; recente turbul&amp;ecirc;ncia banc&amp;aacute;ria que deixou os mercados em alerta.

Apesar do elevado interesse, h&amp;aacute; ainda uma percentagem de fam&amp;iacute;lias portuguesas, espanholas e italianas que n&amp;atilde;o pensa investir em&amp;nbsp;casas para arrendar. Entre os motivos apontados no estudo que justificam este desinteresse est&amp;aacute;:


	a falta de meios financeiros para&amp;nbsp;comprar a casa;
	os problemas ligados a este tipo de investimento (por exemplo, os impostos a pagar e os riscos de incumprimento nos pagamentos das rendas e de os inquilinos n&amp;atilde;o assegurarem a conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o das casas);
	a prefer&amp;ecirc;ncia por investir numa habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria e permanente ou numa segunda casa para f&amp;eacute;rias;


Al&amp;eacute;m disso, os inquiridos com&amp;nbsp;rendimentos mais baixos&amp;nbsp;consideram que&amp;nbsp;comprar um im&amp;oacute;vel para arrendar&amp;nbsp;&amp;eacute; uma alternativa reservada a pessoas com elevado poder de compra, segundo indica o estudo da Masteos.

Freepik
Quanto rende comprar casa para arrendar em Portugal?

O interesse em&amp;nbsp;investir numa casa para arrendar&amp;nbsp;no nosso pa&amp;iacute;s existe, segundo mostra o estudo. E o Governo Ant&amp;oacute;nio Costa est&amp;aacute; agora focado em colocar mais casas no&amp;nbsp;mercado de arrendamento, com o&amp;nbsp;Mais Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tornando este neg&amp;oacute;cio mais atrativo, mediante a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das taxas de IRS sobre os rendimentos prediais e a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas para proteger os senhorios de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de incumprimento.

Para avan&amp;ccedil;ar com este tipo de investimento, as fam&amp;iacute;lias precisam de saber, desde logo,&amp;nbsp;quanto rende&amp;nbsp;comprar casa para arrendar em Portugal. Segundo os dados mais recentes do idealista, comprar casa para arrendar&amp;nbsp;rendeu, em termos brutos, 6,6% no primeiro trimestre de 2023, um valor superior ao calculado no mesmo per&amp;iacute;odo de 2022 (5,6%), mostra estudo do idealista.

E quais s&amp;atilde;o os munic&amp;iacute;pios onde&amp;nbsp;investir numa casa para&amp;nbsp;arrendar&amp;nbsp;rendeu mais no in&amp;iacute;cio de 2023? De acordo com o mesmo estudo, foi mesmo em Santar&amp;eacute;m (7,6%), seguido de Viana do Castelo (7,2%) e de Leiria (6%). Importa n&amp;atilde;o esquecer que quanto maior &amp;eacute; a rentabilidade do neg&amp;oacute;cio tamb&amp;eacute;m maiores s&amp;atilde;o os&amp;nbsp;riscos do investimento. &amp;nbsp;

J&amp;aacute; a&amp;nbsp;rentabilidade habitacional&amp;nbsp;mais baixa &amp;eacute; obtida pelos propriet&amp;aacute;rios das&amp;nbsp;casas arrendadas&amp;nbsp;em Lisboa (3,8%), Aveiro (4,3%) e Faro (4,5%). No Porto,&amp;nbsp;investir numa habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o para arrendar&amp;nbsp;apresentou uma rentabilidade de 4,7%, aponta o mesmo estudo. Embora nestas cidades a&amp;nbsp;rentabilidade das casas&amp;nbsp;seja mais baixa, os riscos do neg&amp;oacute;cio tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o menores, porque desde logo h&amp;aacute; elevada&amp;nbsp;procura de casas para arrendar.

A&amp;nbsp;rentabilidade da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Portugal&amp;nbsp;no in&amp;iacute;cio de 2023, de 6,6%, foi ligeiramente mais alta do que a rentabilidade obtida no arrendamento de garagens (6,1%). Por outro lado, o&amp;nbsp;neg&amp;oacute;cio das casas&amp;nbsp;rendeu menos do que o arrendamento de escrit&amp;oacute;rios (8,8%) e de lojas (8,5%) em Portugal.

Rentabilidade da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Espanha &amp;eacute; superior &amp;hellip;

Em Espanha, a&amp;nbsp;rentabilidade de comprar casa para arrendar&amp;nbsp;foi superior &amp;agrave;&amp;nbsp;nacional: de 7,1% no primeiro trimestre de 2023, aponta estudo do idealista. &amp;ldquo;No nosso caso, o ticket m&amp;eacute;dio do investimento situa-se entre os 100.000 e os 150.000 euros no total (incluindo compra da casa, taxas e reformas) e a rentabilidade situa-se entre os 7% e os 8%, embora haja projetos que atingem uma rentabilidade de 15%. A&amp;nbsp;rentabilidade da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;tem sido positiva mesmo em tempos de crise&amp;quot;, comenta Beatriz Toribio, vice-diretora da Masteos em Espanha.

Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao tipo de investidor, Beatriz Toribio destaca que, geralmente, s&amp;atilde;o particulares com um certo n&amp;iacute;vel de&amp;nbsp;poupan&amp;ccedil;a&amp;nbsp;e que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m problemas para obter financiamento para a&amp;nbsp;compra de uma casa&amp;nbsp;dado o seu perfil solvente. Al&amp;eacute;m disso, estes investidores geralmente j&amp;aacute; possuem uma casa. A maioria s&amp;atilde;o clientes espanh&amp;oacute;is, embora o peso dos imigrantes e de clientes estrangeiros esteja a crescer (especialmente franceses ou residentes na Espanha).

H&amp;aacute; ainda outros tipos de arrendamento a ganhar for&amp;ccedil;a no mercado espanhol. De acordo com a Masteos, h&amp;aacute; um interesse crescente no&amp;nbsp;arrendamento de quartos&amp;nbsp;e h&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m investidores que procuram&amp;nbsp;arrendamentos mais est&amp;aacute;veis, fazendo contratos de longa dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Madrid e Val&amp;ecirc;ncia s&amp;atilde;o, entre as grandes cidades, as que est&amp;atilde;o a despertar mais interesse, acima de Barcelona.

idealista
O&amp;nbsp;arrendamento habitacional&amp;nbsp;&amp;eacute;, portanto, um mercado em ascens&amp;atilde;o. Beatriz Toribio recorda que &amp;ldquo;a&amp;nbsp;habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&amp;eacute; a principal fonte de poupan&amp;ccedil;a dos espanh&amp;oacute;is, no entanto, apenas 10% das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de&amp;nbsp;compra e venda&amp;nbsp;realizadas em Espanha s&amp;atilde;o para&amp;nbsp;arrendamento, contra 30% em Fran&amp;ccedil;a, 21% na Alemanha ou 17% no Reino Unido&amp;rdquo;, segundo apontam os dados da Masteos. Por isso, acrescenta, este &amp;quot;&amp;eacute; um mercado que pode crescer mais, porque ainda &amp;eacute; muito pequeno em Espanha, mas o&amp;nbsp;investimento &amp;eacute; muito rent&amp;aacute;vel&amp;nbsp;e desperta muito interesse por parte dos espanh&amp;oacute;is&amp;quot;.

Al&amp;eacute;m disso, defende que este investimento n&amp;atilde;o s&amp;oacute; permite &amp;agrave;s fam&amp;iacute;lias&amp;nbsp;rentabilizar as suas poupan&amp;ccedil;as&amp;nbsp;para a reforma e ter uma almofada econ&amp;oacute;mica para imprevistos, como tamb&amp;eacute;m &amp;ldquo;contribui para resolver, em parte, o grave problema de&amp;nbsp;oferta de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o para arrendamento&amp;nbsp;em Espanha&amp;rdquo;. Investir em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o para arrendar tamb&amp;eacute;m &amp;eacute;, de resto, parte da solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para aumentar a&amp;nbsp;oferta de casas em Portugal,&amp;nbsp;que &amp;eacute; igualmente escassa.</summary><published>2023-04-18T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T11:04:35Z</updated><link rel="alternate" href="http://imoases.pt/pt/noticias/show/investir-em-casas-para-arrendar-portugal-destaca-se-pelo-interesse_11/" /></entry><entry xml:base="http://imoases.pt/pt/noticias/show/comprar-casa-na-zona-euro-preco-regista-maior-queda-desde-2008_10/"><id>http://imoases.pt/pt/noticias/show/comprar-casa-na-zona-euro-preco-regista-maior-queda-desde-2008_10/</id><title type="text">Comprar casa na Zona Euro: preço regista maior queda desde 2008</title><summary type="text">Autor&amp;nbsp;Reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 5 Abril 2023, 9:56
As&amp;nbsp;casas para comprar&amp;nbsp;na Uni&amp;atilde;o Europeia (UE) &amp;ndash; e em Portugal - registaram uma subida a pique dos pre&amp;ccedil;os nos &amp;uacute;ltimos dez anos. Mas o contexto econ&amp;oacute;mico mudou muito nos &amp;uacute;ltimos meses: o poder de compra dos europeus diminuiu por conta da alta&amp;nbsp;infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;e os&amp;nbsp;cr&amp;eacute;ditos habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;ficaram bem mais caros devido ao aumento dos juros. Todos estes e outros fatores t&amp;ecirc;m arrefecido a&amp;nbsp;procura de casas para comprar&amp;nbsp;na reta final de 2022. &amp;nbsp;E, por conseguinte, os&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;os das casas&amp;nbsp;ca&amp;iacute;ram 1,7% na Zona Euro entre o quarto trimestre de 2022 e o trimestre anterior, o maior recuo registado desde o final de 2008. J&amp;aacute; em&amp;nbsp;Portugal&amp;nbsp;os pre&amp;ccedil;os subiram 1,1% entre estes dois momentos, aponta o Eurostat.

Olhando para a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do&amp;nbsp;custo das casas para comprar&amp;nbsp;entre outubro e dezembro de 2022 e os tr&amp;ecirc;s meses anteriores, salta &amp;agrave; vista que:


	o&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;o das casas na Zona Euro&amp;nbsp;teve o maior recuo desde o quarto trimestre de 2008 (-1,7%);
	o&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;o das habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es na UE&amp;nbsp;caiu 1,9%, a maior queda desde o primeiro trimestre de 2009.


Os dados do Eurostat,&amp;nbsp;publicados&amp;nbsp;esta ter&amp;ccedil;a-feira (dia 4 de abril), revelam ainda que o &amp;iacute;ndice do&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;o das casas&amp;nbsp;recuou em 15 Estados-membros e estabilizou em It&amp;aacute;lia. As maiores quedas foram observadas na Dinamarca (-6,5%), Alemanha (-5,0%) e Chipre (-4,0%). Nos restantes pa&amp;iacute;ses, as&amp;nbsp;casas &amp;agrave; venda&amp;nbsp;voltaram a ficar mais caras no final de 2022. Os principais avan&amp;ccedil;os dos pre&amp;ccedil;os foram observados na Cro&amp;aacute;cia (4,7%), Rom&amp;eacute;nia (2,5%) e Litu&amp;acirc;nia (1,9%). Portugal tamb&amp;eacute;m faz parte desta lista: aqui o&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;o das casas&amp;nbsp;subiu 1,1% entre o terceiro e o quatro trimestres de 2022, apontam os dados.

J&amp;aacute; olhando para a varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o hom&amp;oacute;loga dos&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;os das casas &amp;agrave; venda, verifica-se que houve um aumento de 2,9% na Zona Euro e 3,6% na UE, segundo divulgou o Eurostat. O pre&amp;ccedil;o hom&amp;oacute;logo das casas aumentou mais de 10% em sete Estados-membros, incluindo&amp;nbsp;Portugal&amp;nbsp;(11,3%), com as maiores subidas a serem registadas na Cro&amp;aacute;cia (17,3%), na Est&amp;oacute;nia (16,9%), na Hungria (16,5%) e na Litu&amp;acirc;nia (16,0%). Por outro lado, os&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;os das casas&amp;nbsp;recuaram na Dinamarca (-6,5%), Su&amp;eacute;cia (-3,7%), Alemanha (-3,6%) e na Finl&amp;acirc;ndia (-2,3%).

Importa dar nota que o&amp;nbsp;mercado de arrendamento&amp;nbsp;a n&amp;iacute;vel europeu parece mais est&amp;aacute;vel, j&amp;aacute; que as&amp;nbsp;rendas das casas&amp;nbsp;continuam a subir. No quarto trimestre de 2022, as&amp;nbsp;rendas&amp;nbsp;na UE aumentaram 2,5% face ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2021. E, nas varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es em cadeia, as&amp;nbsp;rendas&amp;nbsp;mantiveram a trajet&amp;oacute;ria ascendente (+0,6% face ao terceiro trimestre de 2022).
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Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Europa ficou bem mais cara ao longo da &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada

Ao longo da &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada, tanto as&amp;nbsp;casas para comprar como para arrendar t&amp;ecirc;m vindo a ficar mais caras. Mas os&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;os das casas&amp;nbsp;aumentaram mais do que as&amp;nbsp;rendas&amp;nbsp;em 18 pa&amp;iacute;ses da UE entre o quarto trimestre de 2022 e 2010, segundo revela o gabinete de estat&amp;iacute;stica europeu.

&amp;ldquo;Durante este per&amp;iacute;odo, os&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;os das casas para comprar&amp;nbsp;aumentaram em 24 pa&amp;iacute;ses da UE e diminu&amp;iacute;ram em tr&amp;ecirc;s. Mais do que duplicaram na Est&amp;oacute;nia (+199%), Hungria (+174%), Litu&amp;acirc;nia (+142%), Luxemburgo (+136%), Let&amp;oacute;nia (+133%), &amp;Aacute;ustria (+126%) e Rep&amp;uacute;blica Checa (+125%)&amp;rdquo;, l&amp;ecirc;-se na nota publicada esta ter&amp;ccedil;a-feira. Em Portugal, os&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;os das habita&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp;subiram cerca de 80% entre estes dois momentos. J&amp;aacute; as quedas dos&amp;nbsp;pre&amp;ccedil;os das casas para comprar&amp;nbsp;foram observadas na Gr&amp;eacute;cia (-14%) It&amp;aacute;lia (-9%) e no Chipre (-4%).

Nas&amp;nbsp;rendas, os pre&amp;ccedil;os aumentaram em 26 pa&amp;iacute;ses da UE e diminu&amp;iacute;ram em apenas na Gr&amp;eacute;cia (-23%). As maiores subidas das&amp;nbsp;rendas das casas&amp;nbsp;entre 2010 e o final de 2022 foram observadas na Est&amp;oacute;nia (+216%) e na Litu&amp;acirc;nia (+160%). Em Portugal, as&amp;nbsp;casas para arrendar&amp;nbsp;ficaram cerca de 30% mais caras neste per&amp;iacute;odo.
</summary><published>2023-04-05T00:00:00+01:00</published><updated>2026-04-09T11:04:35Z</updated><link rel="alternate" href="http://imoases.pt/pt/noticias/show/comprar-casa-na-zona-euro-preco-regista-maior-queda-desde-2008_10/" /></entry></feed>